quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sem Rosa nem Raimundo

Sem Rosa nem Raimundo

Enquanto as teclas me querem

Dizer velozmente o meu mundo

Tô mudo, editei a Rosa,

Formatei o Raimundo

Deletei meu coração

Tem ali um marca-passo

E toda a tela da emoção

Passo a passo, copiei

Depois que fiz um download

Da felicidade montada

Num flash da Criação

Gravei aquela piada

Raimundo tá lá no blog

A Rosa criou seu site

Dela tenho o endereço

Dele só um slide

Se eu me chamasse Raimundo

Vasto mundo não morria

Como me chamo Maria

E a rima cabia

Só dá pra mudar a fonte

E dar enter em Rosa Maria

Um comentário:

BLOG DE POESIAS DO PROFEX disse...

Mônica, fiz uma suite do texto. Vou até colocar no Pensador.Info do Uol, rs rs

A rosa toda prosa
se encheu de manias:
Se o Raimundo fugiu,
sem qualquer apelação,
ela ficou modernosa.
Ele vazou pelo mundo
numa fuga notória...
Mas alguém no entanto,
que de nada sabia,
do parágrafo de cima,
tinha boa memória.
Continuou a rima...
Pra seu próprio espanto
formatou a estória
com grande maestria.
Encontrou a solução,
pois se chamava Maria.
(Profex)

Um bom domingo!